Previsualizar a impressão Fechar

Mostrar 18 resultados

Descrição arquivística
2 resultados com objetos digitais Mostrar resultados com objetos digitais
Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro
PT MD EMP/CGAVAD · F · 1756 - 1960

O Arquivo da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro reflete toda a história, estruturada e funcionamento da Instituição, a sua secção judicial, a produção e comércio dos vinhos do Douro, assim como das aguardentes e vinagres, as consultas e representações ao Governo e ao Parlamento, as funções e poderes delegados do Estado, etc. É um fundo indispensável para o estudo da história económica, social e institucional da Região e do País.Destacam-se deste arquivo os "Livros de Arrolamentos", que facultam informações sobre todas as adegas da região, proprietários e quantidades manifestadas, e os "Tombos das Demarcações" que constituem o rol das primeiras demarcações de uma região vitícola a nível mundial. Fundo documental fundamental para o conhecimento de um importante período da história do Vinho do Porto e da origem da Região Demarcada do Douro.

Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro
Escola Agrícola Móvel da Região Duriense
PT MD ACD/EAMRD · F · 1920 - 1934

Atas, regulamentos, registo de correspondência expedida, registo de correspondência recebida, folhas de despesa, livros caixa, livros de razão, livros diários, registo de receita e despesa e inventários.

Escola Agrícola Móvel da Região Duriense
Família Ruivo
PT MD FAM/RUIVO · F · 08/12/1939

Correspondência recebida.

João José Menezes Noronha Lebre
PT MD JJMNL · F · 1808 - 1822

Trata-se de um livro semelhante aos livros de registo da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, referente à conta corrente de cascos do comissário de vinho de Embarque no distrito n.º 17, António Moreira de Carvalho e Oliveira, e relativo às despesas feitas, pelo comissário José Antunes Guimarães, com os vinhos armazenados em vários armazéns.

Mário Joaquim
PT MD PSS/MJ · F · 1930 - 2005

Nascido primeiro de nove filhos de casal modesto e trabalhador (mãe doméstica e pai calceteiro), começa a trabalhar pouco depois de finalizada a instrução primária como aprendiz da arte tipográfica. Ingressa no quadro de pessoal da firma Figueiredo & Correia & Monteiro, Ld.ª, Imprensa do Douro pela mão do sócio José Arnaldo Monteiro.
Iniciou a sua carreira de tipógrafo na Imprensa do Douro, em 1942, quando tinha apenas 12 anos.
Foi nesta gráfica que se imprimiram muitas das obras do escritor João de Araújo Correia.

Cedo contacta com o Dr. João Correia e outro sócio da imprensa, empresa onde cresce profissional e culturalmente no ambiente das Artes Gráficas. O espólio doado inclui as primeiras edições revistas pelo Sr. Mário e verificadas pelo escritor.
Goza o 1.º de Maio (à época e antes do 25 de abril de 74) feriado oficial dos gráficos em excursão da empresa, lidando com os pensamentos do "contra" quer do 1.º encarregado (várias vezes preso pela PIDE) quer dos patrões.

Com apetência pelo saber, lê muito e vê cinema, foi sócio do Cine Clube da Régua.

Fase à experiência profissional adquirida apoia a criação gráfica de algumas capas de livros de João de Araújo Correia a edição de livros de outros autores e ainda ao desenho gráfico do Jornal "O Arrais", aquando a sua fundação.

Apoiou e ajudou quer os filhos quer os de alguns vizinhos na elaboração de redações, à época, bem exigentes.

Foi sempre procurado para dar informações para trabalhos sobre João de Araújo Correia (o médico e o escritor) ou sobre Artes Gráficas, tendo sempre disponibilizado o seu saber e o seu espólio literário.