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Descrição arquivística
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Assembleia-Geral da Companhia
PT PT/MD EMP/CGAVAD-2-1 · SSC · 1834 - 1960
Parte de Arquivo da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro

"Este órgão era composto por todos accionistas da Companhia. Reunia periodicamente, de acordo com os estatutos em vigor. Competia-lhe fiscalizar o exercício da actividade da Companhia, formular pareceres, votar e aprovar tudo quanto dizia respeito aos estatutos da Instituição. A Assembleia de Credores, embora não constituindo um órgão próprio da Companhia, por força da convenção de 1843, acabou por ter uma existência formal e dispor de amplos poderes. A documentação produzida por esta Subsecção divide-se em dois níveis de descrição, de acordo com a sua natureza: as séries relativas à Assembleia Geral e as séries que dizem respeito à Assembleia de Credores. A documentação reunida nesta subsecção demonstra as competências estatutárias do órgão Assembleia Geral e a composição e deliberações da Assembleia de Credores."

Asilo dos Náufragos de S. João da Foz e Salva-vidas
PT PT/MD EMP/CGAVAD-9-4 · SSC · 1830 - 1834
Parte de Arquivo da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro

"Esta casa/asilo , localizada em S. João da Foz, foi criada por resolução régia de 21 de Abril de 1828, na sequência da consulta efectuada pela Companhia nesse sentido, propondo tal estabelecimento para salvar a vida aos naufragados na barra do Porto, cujas obras estavam cometidas à Junta da Companhia. A construção foi da responsabilidade da Junta, que pagou a mesma, assim como o salva-vidas, passando as despesas do estabelecimento a serem pagas pelo cofre das obras da barra do Douro. A Junta da Companhia foi encarregada, em 1807, de construir um barco salva-vidas, utilizando como modelo outros da mesma natureza que o cônsul inglês Guilherme Warre havia mandado vir de Inglaterra. Em 1828, foi novamente incumbida a Junta de construir outro barco semelhante ao primeiro, que tinha ido para Lisboa, o qual foi executado por Manuel Gomes da Silva, mestre da Ribeira do Douro, na cidade do Porto. VER Exposição do estado actual da Real Casa d’Asylo dos Naufragados, que S.M.F. o senhor D Miguel primeiro, mandou erigir em S. João da Foz do Douro, á entrada da Barra da Cidade do Porto, debaixo da inspecção da Illustrissima Junta da Administração da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto-Douro. Porto: tip. de viúva Álvares Ribeiro & Filho, 1832."