"A Companhia, por provisão de 4 de Outubro de 1794, arrecadava um real em cada quartilho de vinho vendido no Porto e distrito exclusivo do privilégio, durante 4 meses, de Dezembro a Março. Este imposto, pago ao chanceler da Casa da Relação do Porto, seu administrador, destinava-se a cobrir as despesas da construção e conservação da Casa Pia do Porto, aprovada por aviso de 21.9.1794, mas que nunca chegou a cumprir os objectivos para que foi criada, uma vez que a Real Casa Pia de Correcção e Educação do Porto não chegou a funcionar. (Ver SANTOS, Maria José Moutinho dos A Real Casa Pia de Correcção e Educação do Porto, 1792-1804, in Revista da Faculdade de Letras História, III Série, vol. 2. Porto: FLUP, 2001) A documentação produzida nesta subsecção plasma as competências e funções atribuídas."
- “Carta das Safras”. Folheto díptico com tabelas classificativas da qualidade dos vinhos por região nos anos de 1965 a 1988, e dos vinhos do Porto de 1900 a 1986. (11x8cm);
- Folheto de divulgação da campanha promocional do vinho do Porto Dona Antónia Reserva Pessoal por ocasião do dia das Mães. (21x16).
Carteira profissional do Sindicato Nacional dos Tipógrafos, Litógrafos e Ofícios Correlativos do distrito do Porto pertencente a Mário Joaquim.
Carteira de registo de menores do Sindicato Nacional dos Tipógrafos, Litógrafos e Ofícios Correlativos do distrito do Porto pertencente a Mário Joaquim.
Cartas enviadas a Mário Joaquim.
N.º144 ao n.º151.