Livros onde se registam as ordens para o transporte deste vinho
Documentos que identificam e quantificam os Arrais.
"Documentos que identificam e quantificam as quantidades de vinho apreendido. Esta série reúne os mapas dos lavradores de vinho de ramo embargado (1775); o registo de entrada e saída de vinho embargado e comprado pelo Governo (1833); as relações de autos de louvação de vinho embargado e declarações de vinho embargado (1833); as relações de vinho apreendido (1771-1772); e as relações de vinho embargado e sequestrado (1833-1834)."
"Listas onde se registam as obras efectuadas, assim como documentos relativos às medições efectuadas e sondagens da profundidade da barra."
"Este Sub-fundo diz respeito à administração da Casa de José Martins da Luz e Pedro Martins da Luz, confiada a esta Companhia pela carta régia de 31 de Agosto de 1795, de acordo com o plano apresentado pela Junta da Companhia de 6 de Agosto de 1796, para a conservação e administração da referida Casa. Com efeito, já em 1792, a Companhia constituía o principal credor da Casa de José Martins da Luz, rico comerciante e armador de navios que, em 1774, sendo deputado da Junta da Companhia, entregara à mesma 2 000 pipas de vinho de embarque, para aplicar os seus cabedais no negócio das pescarias de Monte Gordo. Em 1792 as suas dívidas ascendiam a 105 823 mil réis, pertencendo, deste montante, à Companhia, 19 575 mil réis. Esta dívida, em 1826, era de 83 154 mil réis. Em Abril de 1852, abriu-se um novo dividendo de 3 % a todos os credores reconhecidos por aquela carta régia. A Companhia devolveu os bens da Casa de Martins da Luz aos seus herdeiros, em 1897, depois de resolvidos todos os problemas financeiros que aquele deixara em vida. (Ver Projecto para o plano que se pretende substituir ao que a ilustríssima Junta da Administração da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro propôs em 6 de Agosto de 1792, para administração das Casas de José Martins da Luz e de seu filho Pedro Martins da Luz e que foi confirmado por carta régia de 31 de Agosto de 1795 e o Relatório da Direcção da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, apresentado à Assembleia Geral dos Accionistas da mesma Companhia, em 20 de Agosto de 1852)."
"Certidões passadas pelos estaleiros da Ribeira das Naus, de Lisboa e Ribeira do Douro, no Porto, atestando a matrícula e assistência de aprendizes de carpinteiros navais."
Livros onde se escrituram os cálculos dos quantitativos arrecadados.
"Livro onde se registam todas as operações classificando-as, porém, por contas. É um Diário-auxiliar. Inclui o memorial do expediente da Marinha e o memorial de despesa."
Livros onde se escrituram os assentos dos quantitativos arrecadados.