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Descrição arquivística
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PT PT/MD EMP/CGAVAD-7-4-020 · SR · 1757 - 1962
Parte de Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro

"Documentos onde se escritura o movimento do vinho e mais líquidos, nos armazéns, depósitos, cais e registos. A data limite desta série é posterior a 1960, data final deste Inventário porque registam documentos cuja data inicial, se enquadra no âmbito cronoló- gico definido. Esta série é composta por cinquenta e oito subséries."

PT PT/MD EMP/CGAVAD-7-1-006 · SR · 1759 - 1947
Parte de Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro

"Documentos onde se escrituram, sob a forma de resumo, o movimento de vinho e outros líquidos para os propostos, particulares e lojas. Esta série é constituída por dezasseis subséries. Para algumas subséries foi mantida a designação primitiva de Correntes, atendendo à estrutura uniforme que se man- teve ao longo do período considerado."

PT PT/MD EMP/CGAVAD-7-4-021 · SR · 1771 - 1834
Parte de Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro

"Documentos que identificam e quantificam as quantidades de vinho apreendido. Esta série reúne os mapas dos lavradores de vinho de ramo embargado (1775); o registo de entrada e saída de vinho embargado e comprado pelo Governo (1833); as relações de autos de louvação de vinho embargado e declarações de vinho embargado (1833); as relações de vinho apreendido (1771-1772); e as relações de vinho embargado e sequestrado (1833-1834)."

Mário Joaquim
PT PT/MD PSS/MJ · F · 1930 - 2005

Nascido primeiro de nove filhos de casal modesto e trabalhador (mãe doméstica e pai calceteiro), começa a trabalhar pouco depois de finalizada a instrução primária como aprendiz da arte tipográfica. Ingressa no quadro de pessoal da firma Figueiredo & Correia & Monteiro, Ld.ª, Imprensa do Douro pela mão do sócio José Arnaldo Monteiro.
Iniciou a sua carreira de tipógrafo na Imprensa do Douro, em 1942, quando tinha apenas 12 anos.
Foi nesta gráfica que se imprimiram muitas das obras do escritor João de Araújo Correia.

Cedo contacta com o Dr. João Correia e outro sócio da imprensa, empresa onde cresce profissional e culturalmente no ambiente das Artes Gráficas. O espólio doado inclui as primeiras edições revistas pelo Sr. Mário e verificadas pelo escritor.
Goza o 1.º de Maio (à época e antes do 25 de abril de 74) feriado oficial dos gráficos em excursão da empresa, lidando com os pensamentos do "contra" quer do 1.º encarregado (várias vezes preso pela PIDE) quer dos patrões.

Com apetência pelo saber, lê muito e vê cinema, foi sócio do Cine Clube da Régua.

Fase à experiência profissional adquirida apoia a criação gráfica de algumas capas de livros de João de Araújo Correia a edição de livros de outros autores e ainda ao desenho gráfico do Jornal "O Arrais", aquando a sua fundação.

Apoiou e ajudou quer os filhos quer os de alguns vizinhos na elaboração de redações, à época, bem exigentes.

Foi sempre procurado para dar informações para trabalhos sobre João de Araújo Correia (o médico e o escritor) ou sobre Artes Gráficas, tendo sempre disponibilizado o seu saber e o seu espólio literário.