Livro onde se escrituram os rascunhos do vinho de embarque.
"Documento síntese que escritura a informação destes anos específicos, período que registou uma procura de vinho fora do comum."
Livros onde se escrituram os quantitativos arrecadados.
Livros onde se escrituram os assentos dos quantitativos arrecadados.
"Livro onde se registam todas as operações classificando-as, porém, por contas. É um Diário-auxiliar. Inclui o memorial do expediente da Marinha e o memorial de despesa."
Livros onde se escrituram os cálculos dos quantitativos arrecadados.
"Certidões passadas pelos estaleiros da Ribeira das Naus, de Lisboa e Ribeira do Douro, no Porto, atestando a matrícula e assistência de aprendizes de carpinteiros navais."
"Este Sub-fundo diz respeito à administração da Casa de José Martins da Luz e Pedro Martins da Luz, confiada a esta Companhia pela carta régia de 31 de Agosto de 1795, de acordo com o plano apresentado pela Junta da Companhia de 6 de Agosto de 1796, para a conservação e administração da referida Casa. Com efeito, já em 1792, a Companhia constituía o principal credor da Casa de José Martins da Luz, rico comerciante e armador de navios que, em 1774, sendo deputado da Junta da Companhia, entregara à mesma 2 000 pipas de vinho de embarque, para aplicar os seus cabedais no negócio das pescarias de Monte Gordo. Em 1792 as suas dívidas ascendiam a 105 823 mil réis, pertencendo, deste montante, à Companhia, 19 575 mil réis. Esta dívida, em 1826, era de 83 154 mil réis. Em Abril de 1852, abriu-se um novo dividendo de 3 % a todos os credores reconhecidos por aquela carta régia. A Companhia devolveu os bens da Casa de Martins da Luz aos seus herdeiros, em 1897, depois de resolvidos todos os problemas financeiros que aquele deixara em vida. (Ver Projecto para o plano que se pretende substituir ao que a ilustríssima Junta da Administração da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro propôs em 6 de Agosto de 1792, para administração das Casas de José Martins da Luz e de seu filho Pedro Martins da Luz e que foi confirmado por carta régia de 31 de Agosto de 1795 e o Relatório da Direcção da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, apresentado à Assembleia Geral dos Accionistas da mesma Companhia, em 20 de Agosto de 1852)."