Zona de identificação
Código de referência
Título
Data(s)
- 1903 - 1960 (Produção)
Nível de descrição
Dimensão e suporte
12,69 ml; 7 Livros e 18 caixas; Papel
Zona do contexto
Nome do produtor
História biográfica
História do arquivo
Como consequência da liquidação do património do barão do Seixo, o seu maior credor, Constantino do Vale Cabral viu-se embaraçado com um grande e famoso stock de vinho do Porto. Conhecedor das qualidades do seu sobrinho Miguel, Constantino do Vale Cabral recorreu ao seu auxílio, assim delineando a futura casa Miguel de Sousa Guedes, que teve início em 1851. Pouco a pouco, o negócio desenvolveu-se consideravelmente, pelo que a Casa adquiriu propriedades no Alto Douro, entre as quais avultava a Quinta das Carvalhas, uma das mais vastas da região duriense e das de mair renome. Em 1909, Miguel Guedes deu sociedade ao antigo colaborador, seu irmão mais novo, Agostinho, pelo que a firma adotou a designação de Miguel de Sousa Guedes & Irmão, os dois irmãos foram respectivamente, vice-consul dos Estados Unidos da América e consul do México. Por falecimento deste último, seus filhos, já então associados, delegaram a gerência da Casa nos irmãos José Maria, Miguel e doutor Manuel de Sousa Guedes, e um seu cunhado, o engenheiro Casimiro Pereira Leite, que foram auxiliados, na parte técnica, pelo súbdito britânico, Arthur Turner. Em 1943, todas as quotas foram adquiridas pelo doutor José Maria da Silva e António Pinto da Silva Saavedra, que mantiveram integralmente as tradições da Casa, colaborando nesse propósito o doutor Manuel de Sousa Guedes, que continuava a gerência, passando a designar-se de Miguel de Sousa Guedes & Irmão, Ld.ª. Esta empresa, em 1960, foi absorvida pela Companhia. Tinha sede e armazéns na rua da Carvalhosa, 2, em Gaia.
Fontes e bibliografia: Arquivo da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro; Grémio dos Exportadores de Vinho do Porto. 1948. Vila Nova de Gaia: Tipografia Rocha & Irmão, 1949.
Fonte imediata de aquisição ou transferência
Pedro Silva Reis, único e legítimo detentor do direito de propriedade, depositou o arquivo em 18-12-2014 no Museu do Douro.
Zona do conteúdo e estrutura
Âmbito e conteúdo
Avaliação, seleção e eliminação
Incorporações
Fundo fechado. Não se prevê o ingresso de documentação adicional.
Sistema de arranjo
Este Plano de Classificação foi feito com base no inventário do livro "O património cultural da Real Companhia Velha / Fernando de Sousa... [et al.]. - Porto: CEPESE - Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade, 2005.
Zona de condições de acesso e utilização
Condições de acesso
O acesso à informação é feito nas instalações do Museu do Douro, mediante marcação prévia e sujeita ao horário de funcionamento da instituição.
Condiçoes de reprodução
A reprodução dos documentos encontra-se sujeita a algumas restrições tendo em conta o seu tipo, o seu estado de conservação ou o fim a que se destina e carece sempre de autorização prévia do Museu do Douro, enquadrando-se no Regulamento interno de reprodução de documentos. Está, ainda, sujeita à legislação sobre direitos de autor e direitos conexos.
Idioma do material
português
Sistema de escrita do material
Notas ao idioma e script
Características físicas e requisitos técnicos
Em razoável estado de conservação.
Instrumentos de descrição
O património cultural da Real Companhia Velha / Fernando de Sousa... [et al.]. - Porto: CEPESE - Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade, 2005
Zona de documentação associada
Existência e localização de originais
Existência e localização de cópias
Unidades de descrição relacionadas
Arquivo da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro
Arquivo da Real Companhia Velha
Zona das notas
Nota
Registo no Livro de Inventário de Depósito - MD/DEP- 00018
Identificador(es) alternativo(s)
Pontos de acesso
Pontos de acesso - Assuntos
Pontos de acesso - Locais
Pontos de acesso - Nomes
Pontos de acesso de género
Zona do controlo da descrição
Identificador da descrição
Identificador da instituição
Regras ou convenções utilizadas
INSTITUTO DOS ARQUIVOS NACIONAIS/TORRE DO TOMBO. PROGRAMA PARA A NORMALIZAÇÃO DA DESCRIÇÃO DE ARQUIVO; GRUPO DE TRABALHO PARA A NORMALIZAÇÃO DA DESCRIÇÃO EM ARQUIVO - Orientações para a descrição arquivística. 1.ª v. Lisboa: IAN/TT, 2006. 124 p. ISBN: 972-8107-88-9." ISAD (G): Norma Geral Internacional de Descrição Arquivística: adotada pelo Comité de Normas de Descrição, Estocolmo: Suécia, 19-22 de Setembro de 1999. Conselho Internacional de Arquivos; trad. Grupo de Trabalho para a Normalização da Descrição em Arquivo. 2ª Ed. Lisboa: Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo, 2002.
Estatuto
Nível de detalhe
Datas de criação, revisão, eliminação
Descrição em base de dados elaborada e revista por: Umbelina Silva e Natália Fauvrelle