Zona de identificação
Código de referência
Título
Data(s)
- 1932 - 1962 (Produção)
Nível de descrição
Dimensão e suporte
2,06 ml; 17 Livros e 13 caixas; Papel
Zona do contexto
Nome do produtor
História biográfica
História do arquivo
Em 1870, João Dias Santiago passou a dedicar toda a sua atividade ao comércio do vinho do Porto, constituindo a Sociedade dos Vinhos Santiago, Lda. Vinte e dois anos mais tarde, seu filho, José Dias Santiago, assumiu a direção da empresa, tendo consagrado toda a sua vida ao comércio e exportação de vinhos do Porto e seus derivados. A Casa, após a Segunda Guerra Mundial, dispunha de amplas e bem apetrechadas instalações, dignas da marca que representava. Procurando manter o prestígio do nome "Santiago", a Sociedade beneficiou, para a produção dos seus vinhos do Porto, de mostos adquiridos nos mais afamados lugares da região demarcada do Douro. Nos finais da década de 1940, esta Casa era dirigida por Feliciano Santiago, neto do fundador, coadjuvado pelos seus sócios António Maria Lopes e Fernando Lopes. Em 1962, a Sociedade dos Vinhos Santiago, Lda., foi absorvida pela Companhia. Tinha sede e armazéns na rua de Serpa Pinto, 75/83, em Gaia.
Fontes e bibliografia: Arquivo da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro; Grémio dos Exportadores de Vinho do Porto. 1948. Vila Nova de Gaia: Tipografia Rocha & Irmão, 1949.
Fonte imediata de aquisição ou transferência
Pedro Silva Reis, único e legítimo detentor do direito de propriedade, depositou o arquivo em 18-12-2014 no Museu do Douro.
Zona do conteúdo e estrutura
Âmbito e conteúdo
Avaliação, seleção e eliminação
Incorporações
Fundo fechado. Não se prevê o ingresso de documentação adicional.
Sistema de arranjo
Classificação funcional.Ordenação dos documentos, dentro das séries, mediante o critério cronológico.
Zona de condições de acesso e utilização
Condições de acesso
O acesso à informação é feito nas instalações do Museu do Douro, mediante marcação prévia e sujeita ao horário de funcionamento da instituição.
Condiçoes de reprodução
A reprodução dos documentos encontra-se sujeita a algumas restrições tendo em conta o seu tipo, o seu estado de conservação ou o fim a que se destina e carece sempre de autorização prévia do Museu do Douro, enquadrando-se no Regulamento interno de reprodução de documentos. Está, ainda, sujeita à legislação sobre direitos de autor e direitos conexos.
Idioma do material
português
Sistema de escrita do material
Notas ao idioma e script
Características físicas e requisitos técnicos
Em razoável estado de conservação.
Instrumentos de descrição
O património cultural da Real Companhia Velha / Fernando de Sousa... [et al.]. - Porto: CEPESE - Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade, 2005
Zona de documentação associada
Existência e localização de originais
Existência e localização de cópias
Unidades de descrição relacionadas
Arquivo da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro
Arquivo da Real Companhia Velha
Zona das notas
Nota
Registo no Livro de Inventário de Depósito - MD/DEP- 00018
Identificador(es) alternativo(s)
Pontos de acesso
Pontos de acesso - Assuntos
Pontos de acesso - Locais
Pontos de acesso - Nomes
Pontos de acesso de género
Zona do controlo da descrição
Identificador da descrição
Identificador da instituição
Regras ou convenções utilizadas
INSTITUTO DOS ARQUIVOS NACIONAIS/TORRE DO TOMBO. PROGRAMA PARA A NORMALIZAÇÃO DA DESCRIÇÃO DE ARQUIVO; GRUPO DE TRABALHO PARA A NORMALIZAÇÃO DA DESCRIÇÃO EM ARQUIVO - Orientações para a descrição arquivística. 1.ª v. Lisboa: IAN/TT, 2006. 124 p. ISBN: 972-8107-88-9." ISAD (G): Norma Geral Internacional de Descrição Arquivística: adotada pelo Comité de Normas de Descrição, Estocolmo: Suécia, 19-22 de Setembro de 1999. Conselho Internacional de Arquivos; trad. Grupo de Trabalho para a Normalização da Descrição em Arquivo. 2ª Ed. Lisboa: Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo, 2002.
Estatuto
Nível de detalhe
Datas de criação, revisão, eliminação
Descrição em base de dados elaborada e revista por: Umbelina Silva e Natália Fauvrelle.