Zona de identificação
Código de referência
Título
Data(s)
- 1947 - 1962 (Produção)
Nível de descrição
Dimensão e suporte
0,36 ml; 4 Livros e 2 caixas; Papel
Zona do contexto
Nome do produtor
História biográfica
História do arquivo
Foi em Lisboa que António Augusto da Silva a Casa de que procede a firma Spratley & C.ª, Ld.ª. Por falecimento do fundador, passou a firma, que girava sob a razão social de A. A. da Silva, para a. A. da Silva, sucres., desta para Guilherme da Silva Spratley & C.ª., Ld.ª. A primitiva firma dedicou-se quase exclusivamente à venda local de vinho do Porto e, para continuar a exercer esse comércio, passou a estar integrada na área do Entreposto de Gaia. além da exportação de vinhos do Porto, a que se dedicava, tinha esta firma procurado intensificar a venda desse vinho, quer no mercado nacional, quer por fornecimento aos navios que tocavam no porto de Lisboa. É de notar que, contando esta firma, por 1950, mais de um século de existência (fundada em 1840), os seus sócios nunca deixaram de ser membros da mesma família. Temos indicação que os serviços desta firma passaram a ser executados pela firma Miguel Sousa Guedes e Irmão, Ld.ª., da década de 1950 em diante. Tudo leva a crer que os vinhos negociados pela Spratley seriam fornecidos por empresas que vieram a integrar o grupo da Real Companhia Velha. Tinha sede na rua do Arsenal, 162, Lisboa (SPRATLEY-LISBOA); uma filial na rua da Carvalhosa, 2, Gaia; e armazéns na rua do Dr. António Granjo, em Gaia.
Fontes e bibliografia: Arquivo da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro; Grémio dos Exportadores de Vinho do Porto. 1948. Vila Nova de Gaia: Tipografia Rocha & Irmão, 1949.
Fonte imediata de aquisição ou transferência
Pedro Silva Reis, único e legítimo detentor do direito de propriedade, depositou o arquivo em 18-12-2014 no Museu do Douro.
Zona do conteúdo e estrutura
Âmbito e conteúdo
Avaliação, seleção e eliminação
Incorporações
Fundo fechado. Não se prevê o ingresso de documentação adicional.
Sistema de arranjo
Este Plano de Classificação foi feito com base no inventário do livro "O património cultural da Real Companhia Velha / Fernando de Sousa... [et al.]. - Porto: CEPESE - Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade, 2005.
Zona de condições de acesso e utilização
Condições de acesso
O acesso à informação é feito nas instalações do Museu do Douro, mediante marcação prévia e sujeita ao horário de funcionamento da instituição.
Condiçoes de reprodução
A reprodução dos documentos encontra-se sujeita a algumas restrições tendo em conta o seu tipo, o seu estado de conservação ou o fim a que se destina e carece sempre de autorização prévia do Museu do Douro, enquadrando-se no Regulamento interno de reprodução de documentos. Está, ainda, sujeita à legislação sobre direitos de autor e direitos conexos.
Idioma do material
português
Sistema de escrita do material
Notas ao idioma e script
Características físicas e requisitos técnicos
Em razoável estado de conservação.
Instrumentos de descrição
O património cultural da Real Companhia Velha / Fernando de Sousa... [et al.]. - Porto: CEPESE - Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade, 2005.
Zona de documentação associada
Existência e localização de originais
Existência e localização de cópias
Unidades de descrição relacionadas
Arquivo da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro
Arquivo da Real Companhia Velha
Zona das notas
Nota
Registo no Livro de Inventário de Depósito - MD/DEP- 00018
Identificador(es) alternativo(s)
Pontos de acesso
Pontos de acesso - Assuntos
Pontos de acesso - Locais
Pontos de acesso - Nomes
Pontos de acesso de género
Zona do controlo da descrição
Identificador da descrição
Identificador da instituição
Regras ou convenções utilizadas
INSTITUTO DOS ARQUIVOS NACIONAIS/TORRE DO TOMBO. PROGRAMA PARA A NORMALIZAÇÃO DA DESCRIÇÃO DE ARQUIVO; GRUPO DE TRABALHO PARA A NORMALIZAÇÃO DA DESCRIÇÃO EM ARQUIVO - Orientações para a descrição arquivística. 1.ª v. Lisboa: IAN/TT, 2006. 124 p. ISBN: 972-8107-88-9." ISAD (G): Norma Geral Internacional de Descrição Arquivística: adotada pelo Comité de Normas de Descrição, Estocolmo: Suécia, 19-22 de Setembro de 1999. Conselho Internacional de Arquivos; trad. Grupo de Trabalho para a Normalização da Descrição em Arquivo. 2ª Ed. Lisboa: Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo, 2002.
Estatuto
Nível de detalhe
Datas de criação, revisão, eliminação
Descrição em base de dados elaborada e revista por: Umbelina Silva e Natália Fauvrelle