Área de identidad
Código de referencia
Título
Fecha(s)
- 1816 - 1947 (Creación)
Nivel de descripción
Volumen y soporte
0,74 m.l.
Área de contexto
Nombre del productor
Institución archivística
Historia archivística
Origen del ingreso o transferencia
Área de contenido y estructura
Alcance y contenido
"Este Sub-fundo diz respeito à hipoteca das quintas da Foz do Ceira, da Azinheira e Celeirós (com natureza de vínculo), pertencentes a Gonçalo Cristovão Teixeira Coelho de Mello Pinto de Mesquita, moço fidalgo da Casa Real, no seguimento do empréstimo de 12 contos de réis efectuado pela Companhia, ficando encarregada a Junta mutuante de fazer realizar o mencionado dinheiro na efectiva agricultura das quintas hipotecadas, as quais passaram a ser administrados por esta Instituição. Com efeito, por escritura pública de 14.12.1818, realizada entre Gonçalo Cristóvão Teixeira Coelho Pinto Dá Mesquita e sua mulher D. Teresa, por um lado, e a Companhia, por outro lado, esta emprestou àqueles, ao juro de 3% ao ano, a quantia de doze contos de réis. Mais tarde, por escritura pública de 6.2.1826, os devedores, reconhecendo que não tinham podido dar inteira satisfação ao contrato de 1818, fizeram novo contrato com a Companhia, entregando-lhe a administração da sua quinta da Foz do Ceira,. Posteriormente e por escritura de 30 de Abril de 1829, vieram os devedores contratar com a Companhia, em relação às quintas da Azinheira e Celeirós, nos mesmos termos em que o haviam feito com respeito à quinta da Foz do Ceira.Por morte dos devedores, os seus únicos filhos e herdeiros outorgaram com a Companhia, em 9 de Julho de 1835, público instrumento da ratificação de obrigação de dinheiro, hipoteca, consignação e cessão de administração de bens, confessando e reconhecendo que o seu débito atingia, em 21 de Novembro de 1834, 23 488$586. E declarando que desejavam que a Companhia continuasse a administração das referidas três quintas, até ser embolsada do mencionado capital e de tudo o mais que fosse acrescendo de juros e despesas com granjeio das mesmas, juro que se estipulou de 5% ao ano. Mais tarde, em face dos prejuízos constantes que tinha, procurou a Companhia obter o pagamento da quantia do seu crédito, a qual, em 1879, já atingia 85 106$891, fazendo entrega das quintas. Para isso intentou, em Novembro de 1879, uma acção contra os filhos vivos dos originais devedores. Esta acção foi perdida pela Companhia em todas as instâncias, com o fundamento de que era por força de consignação dos rendimentos que a Companhia tinha de pagarse do seu crédito. A questão arrastou-se por mais algumas décadas, até que, resolvido o problema dos juros, a liquidação do imposto resultante do lançamento dos mesmos, e prestadas as respectivas contas, foi realizada, em 15 de Janeiro de 1947, a escritura entre a Companhia e os representantes legítimos de Gonçalo Cristóvão Teixeira Coelho Pinto Dá Mesquita, dando estes àquela plena quitação e tendo a Companhia feito em conformidade a respectiva entrega de todas as propriedades dadas em garantia de hipoteca e consignação de rendimentos. "
Valorización, destrucción y programación
Acumulaciones
Sistema de arreglo
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Condiciones de acceso
Condiciones
Idioma del material
Escritura del material
Notas sobre las lenguas y escrituras
Características físicas y requisitos técnicos
Instrumentos de descripción
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Existencia y localización de originales
Existencia y localización de copias
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Identificador/es alternativo(os)
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Tipo de puntos de acceso
Área de control de la descripción
Identificador de la descripción
Identificador de la institución
Reglas y/o convenciones usadas
Estado de elaboración
Nivel de detalle
Fechas de creación revisión eliminación
Idioma(s)
portugués